Ed Motta - Piquenique (2009)

Parece que eu gostei do disco novo do Ed Motta. Comecei a ouvir ontem, ainda não dá pra tirar lá muitas conclusões. O que se percebe é que ele resolveu fazer um disco divertido novamente, sem perder a classe…

ed_motta_piquenique

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http://rapidshare.com/files/330505873/UQT2009_Ed_Motta_-_Piquenique.rar


Créditos:

umquetenha.org


Postado por Cachoni, às 22h30 de 18/01/2010

Barrica, 16/01/2010

Começamos bem o ano. Mais uma vez um belo show no Barrica, com a casa cheia, e 10 músicas novas no repertório, o que sempre dá aquele gás pra banda. E ainda rolaram três partipações: dois Fernandos na bateria e a boa e velha presença do grande Alf Salaro, tocando Doors.

barrica

Próximo encontro é no coreto da Praça Leônidas Camarinha, apresentando pela 3ª  vez o projeto Black Landau, um show conjunto das bandas Black Tie e Landau, no dia 07 de fevereiro!


Postado por Cachoni, às 22h25 de 18/01/2010

Mallu Magalhães

Escrevi esse texto há cerca de meia hora. Será publicado na minha coluna do jornal mensal “Caderno 360″, que sai até a próxima semana. Acho que a Flavia (editora) não vai ficar brava de ter “furado” a publicação, visto que os cinco leitores deste blog não farão muita diferença no final das contas! hehehe.


mallu


ARTISTA EM CONSTRUÇÃO


Na coluna passada, ao repassar o que de melhor rolou em 2009, não incluí o disco de Mallu Magalhães, homônimo, o segundo da curta e precoce carreira, lançado no finalzinho do ano, pois não havia escutado com a devida atenção. Pois conserto o erro dedicando todo este espaço a ela.

Muitos já conhecem a história: em outubro de 2007, com apenas 15 anos, Mallu colocou quatro músicas no site Myspace. Após um ano, cerca de um milhão de visitas e uma já maciça presença na mídia, lançou o primeiro disco, também auto-intitulado. A partir de então, marcou presença em tudo quanto é programa de televisão, revistas, sites, etc.

A evidência, no entanto, levava mais em conta a pouca idade do que a qualidade das canções em si. “J1”, “Tchubaruba”, “You Know You’ve Got” e “Have You Ever” são pequenas pérolas pop, mas o disco enjoava, e a voz de Mallu chegava a irritar em alguns pontos.

Pois no segundo disco isso não mais acontece. O tempo parece correr de um modo diferente para ela, que num curto período bebeu em muitas fontes, o que refletiu na diversidade do segundo álbum.

O disco abre com o piano do belo rock “My Home Is My Man”, e baixa um pouco a poeira com “Nem Fé Nem Santo”. “Shine Yellow” vem em seguida, um skazinho pronto pra estourar em qualquer rádio. “Versinho de Número Um” é um samba pra indie não botar defeito, e antecede a belíssima “Make It Easy”. “Compromisso” narra as agruras de uma adolescente em exposição, e que ainda tem o 3° colegial pra cursar. “Te Acho Tão Bonito” traz imediatamente à lembrança seu namorado Marcelo Camelo, tanto pela letra como pelo modo de cantar. Aliás, o vocal arrastado mostrado por ele em seu disco solo foi apropriado por Mallu em várias faixas.

O leque se abre tanto que é possível vislumbrar um quê de Mutantes em “Bee On The Grass”. Ainda temos a linda “Soul Mate”, o country “You Ain’t Gonna Loose Me”, e “É O Que Você Tem”, embalada por um arranjo de cordas.

Mallu ainda tem 17 anos, e acaba de lançar somente o segundo disco, provando que tem tudo pra ser uma artista de grande destaque daqui pra frente.



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http://www.4shared.com/file/165674123/162f6326/MM_-_MM_II.html


Postado por Cachoni, às 00h25 de 14/01/2010

Otto

Seguramente um dos melhores discos lançados neste ano, e o melhor de sua carreira, “Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos” é um tratado sobre a desilusão. Ele nega, mas o fim de seu relacionamento com Alessandra Negrini está presente nas excelentes 10 faixas desse disco. Vale (e muito) a pena:

otto


Compartilho com vocês a crítica do cd, feita por Marcelo Costa, do site www.screamyell.com.br, um dos meus preferidos.


Otto lança um dos discos do ano

Henry Miller escreveu, certa vez, que a melhor maneira de esquecer uma mulher é transformá-la em literatura. Se ele fosse músico, provável que aconselharia o mesmo adaptando a regra ao seu novo mundo: “Para curar a dor do amor, faça um disco”. O cantor pernambucano Otto segue essa linha imaginária repleta de dor, lembranças, despedidas e naturezas mortas em “Certa Manhã Acordei De Sonhos Intranqüilos”, seu quarto álbum de estúdio e, disparado, o melhor de sua carreira.

Embora tente despistar em entrevistas dizendo que a demência do mundo foi sua inspiração para o disco (”Se fosse só amor, não seria a vida”, comenta ele aqui), é praticamente indiscutível que grande parte de “Certa Manhã Acordei De Sonhos Intranqüilos” sugere tratar do fim do relacionamento do músico com a atriz Alessandra Negrini. O casamento, que durou sete anos, terminou em 2008, e pelo jeito aflorou a veia artística do compositor, que pariu um disco amargo, denso e sofrido.

Acompanhado de Fernando Catatau (guitarra), Dengue (baixo) e Pupillo (bateria e percussão), Otto abre “Certa Manhã Acordei De Sonhos Intranqüilos” com “Crua”, em que o personagem da letra coloca na mesa a realidade do fim de um relacionamento: “há sempre um lado que pese e um outro lado que flutua”. O lado abandonado reclama que a lembrança dói enquanto o lado que flutua já partiu para outra. Ele canta, desesperado: “Mas naquela noite que eu chamei você fodia. fodia”.

A climática “O Leite”¸ segunda música do disco, conta com a participação da cantora Céu, e permite análises subjetivas. “Quando eu perdi você, ganhei a aposta”, canta Otto, como se ele já soubesse desde o começo da história de amor que não iria durar. Veja bem: Alessandra Negrini povoa o imaginário masculino desde sua participação na minissérie global “Engraçadinha” (1996). Numa entrevista a Jô Soares, Otto contou que ligou pra mãe para contar que tinha ficado com a atriz. E a mãe, claro, não acreditou.

No mesmo bate papo, ele lembrou um episódio em que estava no taxi, e o taxista passou frente a um outdoor com uma imagem da atriz. “Que mulherão, hein. Mas não é pro nosso bico”, teria dito o motorista enquanto ele se beliscava tentando acreditar que tinha aquela mulher do outdoor em sua cama. Parece que ele realmente colocou suas fichas no fim do relacionamento, e ganhou a aposta. A mesma “O Leite” ainda cobra, ressentida: “Num dia assim calado você me mostrou a vida / E agora vem dizer pra mim que é despedida”. Ele vai, bate a porta e sai morrendo de desejo de ficar.

“6 Minutos” é o momento grandioso do álbum com o amargo da dor rasgando a voz do cantor num duelo com os solos da guitarra espacial de Catatau. Ela quis ir embora, e a opção de quem fica é riscar a pessoa do universo. Ela desaparece. Preste atenção nos versos: “Não precisa falar / Nem saber de mim / E até pra morrer / Você tem que existir”. A paisagem fica turva: “Nasceram flores num canto de um quarto escuro / Mas eu te juro, são flores de um longo inverno”. Os planos, a casa com varanda, os momentos únicos, isso é pra morrer. Se você nunca sentiu isso, caro leitor, você nunca viveu um fim de relacionamento verdadeiro.

A cantora mexicana Julieta Venegas participa das duas próximas canções, que continuam pegando pesado. A primeira, uma parceria de Jorge Mautner e Nelson Jacobina gravada por Gal Costa e perfeitamente ambientada no álbum, já diz a que veio logo no título – “Lágrimas Negras” – e na primeira frase: “Na frente do cortejo / O meu beijo”. A faixa seguinte, “Saudade”, usa a metáfora do barco no mar (sendo levado sem destino) no refrão enquanto “Filha” desenha, talvez, o painel perfeito de um coração despedaçado que permanece batendo: “Aqui é festa amor / E há tristeza em minha vida”.

Deixando o desamor de lado, e entrando no território da demência do mundo, Otto faz uma ode a Iemenjá em “Janaina”, canção em que um orixá aconselha levar mimos pra sereia nesses tempos maus. “Meu Mundo”, com participação de Lirinha, é uma comemoração, um momento de “tranqüilidade na clareira do caos”. Há, ainda, “Agora Sim” e “Naquela Mesa”, está última uma regravação de uma canção que Sergio Bittencourt compôs em homenagem ao seu pai, Jacob do Bandolim, e que conta com Lafayette no órgão e foi gravada para a trilha do filme “Árido Movie”, de Lírio Ferreira.

“Certa Manhã Acordei De Sonhos Intranqüilos” (cujo título é a primeira frase do clássico livro “A Metamorfose”, de Franz Kakfa) foi lançado primeiramente no mercado norte-americano pelo selo independente Dublu (veja o release em PDF aqui), já que o contrato que a gravadora Trama ofereceu ao artista não foi convincente. Otto bancou a gravação na marra com a ajuda dos amigos músicos e o resultado é um daqueles discos difíceis de esquecer após a primeira ouvida.

Recém lançado no país pelo selo carioca Rob Digital, “Certa Manhã Acordei De Sonhos Intranqüilos” (que poderia ter como subtítulo “A Força de um Pé na Bunda”) vem colhendo elogios nos Estados Unidos e sendo saudado como “uma viagem emocional” pelo jornal The Boston Globe (aqui) e Otto chamado de o “Moby do Sertão” em perfil no New York Times (aqui). Um dos grandes discos do melhor ano da música brasileira nas duas últimas décadas, “Certa Manhã Acordei De Sonhos Intranqüilos” exorciza o fim de relacionamento com uma mulher (e que mulher) e o transforma em música. Muito boa música. Henry Miller estava certo.

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Marcelo Costa é jornalista, editor do Scream & Yell e assina o blog Calmantes com Champagne


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http://www.4shared.com/file/129640350/48cbf93c/Otto_-_Certa_Manha_Acordei_De_.html


Postado por Cachoni, às 13h30 de 17/12/2009

Bodas de prata

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Na última segunda feira, dia 07 de dezembro, a Landau69 se apresentou no Barrica, num evento fechado: a comemoração de 25 anos de casamento dos meus pais, Mario e Renata Cachoni. Já tocamos em tudo quanto é lugar, mas, numa segunda feira, e ainda por cima numa comemoração de bodas de prata, foi a primeira vez! Óbvio que pra mim teve um gosto especial comemorar estes 25 anos (dos quais eu só não estive presente em 4 meses! hehehe).  Acho que nossa família nunca esteve tão unida como está atualmente, mesmo eu morando a alguns quilômetros de distância. A festa de segunda feira serviu como coroação desse belo momento…

E passo a ter certeza de que a banda anda agradando mais a quem já passou dos 30 anos do que a molecada. Em tempos de NXZero, Fresno e afins, acho que estamos bem!

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Parabéns pai e mãe, que venham outros 25!



Postado por Cachoni, às 23h10 de 10/12/2009

Cartola

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Como o tempo passa rápido. Já fazia um mês que eu não postava nada por aqui! Um relaxo, realmente… Como a banda anda meio parada, falemos de outros sons! Mais especificamente, do meu sambista preferido, o grande Cartola. Qualquer bobagem que eu escrevesse aqui não chegaria perto de explicar a grandiosidade desse cara… Só escutando “Tive Sim”, “Alvorada”, “O Mundo É Um Moinho”, “Preciso Me Encontrar”, “As Rosas Não Falam” e todas as outras pra ter uma noção do quão gênio foi Cartola…

Vamos lá. Primeiro o disco de 1974:

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http://link-protector.com/x-124782


E o disco de 1976:

cartola4

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http://link-protector.com/x-124801


Créditos:

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=56139232&tid=5340502983171067949&kw=cartola


Postado por Cachoni, às 21h45 de 24/11/2009

Como pude conhecer só agora???

Na média de uma vez a cada bimestre venho me deparando com bandas novas que muito me agradam. Novas, não no sentido literal, afinal a banda a que me refiro neste tópico já tem lá seus 12 anos desde o primeiro disco.

AIR é o nome dela. Dupla formada por Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel, fanáticos por música eletrônica europeia, justificam o nome A.I.R pelo acrônimo formado pelas palavras “Amour”, “Imagination” e “Rêve”  ( “Amor”, Imaginação” e “Sonhos”).

Com um nome desses, até parece uma dupla de doidões, sem conteúdo na melodias, posturas e letras. Engana-se, assim como eu… tamanho preconceito!

Por um acaso, baixei na relação dos “1001 discos para ouvir antes de morrer”, década de 90 e encontrei  “Moon Safari”, um disco de capa bonita e que, logo já podemos notar tratar-se de uma dupla.

Estou ouvindo o disco desde a semana passada e, a cada dia, descubro canções mais bonitas e bem elaboradas. É o caso de “La Femme D’argent”, que inaugura o album; “Sexy Boy”, o segundo título, deixa qualquer cidadão em êxtase intermitente; “Kelly Watch The Stars” dá uma imensa vontade de apagar todas as luzes do ambiente e sentir a melodia se espalhando pelas paredes do quarto… enfim, ouça!

Pesquisando na rede, descobri que as trilhas sonoras dos filmes de Sofia Coppola são deles, e acabei de terminar de baixar “Virgens Suicidas”, trilha do bom filme dirigido pela filha do poderoso.

Ainda descobri que um clipe muito muito muito doido que eu vi esses dias na tevê era dos ditos-cujos. Trata-se da canção “Sing Sang Sung”, do novo album Love 2, em que um pequeno círculo negro percorre milhares de lugares coloridos.

Posso até me enganar falando isso nessa data, mas o clipe entrou na lista dos melhores que eu já vi (depois de “Coffe and TV” do Blur, claro!)

Enfim, aconselho que baixem os albuns, pois eu me arrependo de não ter escutado esses caras antes. É por isso que se inicia a  nova série “Como pude conhecer só agora?”.

Album “Moon Safari”: 

0875_moon_safari

Download:

http://www.easy-share.com/1907518339/0875.rar

Clipe de “Sing Sang Sung”, no Youtube:

AIR - Sing Sang Sung

Um abraço!

João Rafael

Pete Yorn & Scarlett Johansson

Não bastasse ser atualmente a mais linda atriz do cinema, Scarlett Johansson tem bom gosto, escolhe a dedo os filmes nos quais atua e ainda por cima canta bem! Ainda não escutei o primeiro disco dela, que saiu ano passado, mas tô viciado nessa parceria dela com o Pete Yorn. Pop básico, quase clichê, porém delicioso. É aquele tipo de música “fácil” que requer muito talento pra ser feita. Me lembrou um pouco Belle And Sebastian em seus momentos antideprê (sim, eles existem!)…

pete-yorn-scarlett-johansson


Baixar:

http://www.easy-share.com/1907747327/Pete


Do Wikipédia:

Break Up é um álbum do cantor norte-americano Pete Yorn em parceria com a atriz/cantora Scarlett Johansson.

Gravação

Pete Yorn idealizou o projeto e entrou em contato com Scarlett Johansson, que gravou seus vocais em apenas duas tardes. Apesar de ser lançado apenas em 2009, “Break Up” foi gravado em 2006. O primeiro trabalho de Scarlett Johansson como cantora é o álbum “Anywhere I Lay My Head“, de 2008, porém, Break Up se adapta muito melhor à voz de Scarlett.

Faixas

Todas as canções foram escritas e compostas por Pete Yorn, menos “I am the Cosmos”, que é um cover de Chris Bell.

  1. “Relator”
  2. “Wear and Tear”
  3. “I Don’t Know What to Do”
  4. “Search Your Heart”
  5. “Blackie’s Dead”
  6. “I Am the Cosmos”
  7. “Shampoo”
  8. “Clean”
  9. “Someday



Postado por Cachoni, a 00h50 de 14/10/09

Lembrando que sou santacruzense roxo, e esse Marília que saiu aí é porque preenchi com meu endereço da terra da bolacha… De qualquer forma, representamos Santa Cruz com muito orgulho!


Postado por Cachoni, às 00h55 de 08/10/09

Fejacan 2009 - Selecionados

Recebi hoje por e-mail os selecionados para o Fejacan:


QUINTA FEIRA
AP Música Cidade Interpleti
1 SANTO HOMEM Ourinhos Murilo Toloto Gozzo
2 MOÇAMBIQUE Guarulhos Beto Santos
3 VIDA EM JOGO Jacarezinho Carlos Eduardo de Oliveira
4 CRIS Curitiba Mateus Vieira Chagas
5 BAIÃO DA TERRA Cambé Leopoldo P. Nantes
6 SINAL DO CÉU Cambara Ronaldo Silva
7 TODAS AS CORES NUM HINO Rio de Janeiro Elói Guelfi
8 CANÇÃO DO RIO NOVO Santo André Márcia Cherubin
9 03:15 Jacarezinho Celso Antonio Rossi Junior
10 GAROTO DE PROGRAMA Paranavai Sirlei Leonardo
11 CABELOS AO VENTO Jacarezinho Criss Vieira
12 AI QUE SAUDADE QUE DA Cascavel Andrade Paraná
13 AMBULÂNCIA MINEIRA São Paulo Marcio Cavalcanti
14 A BANDA DA MORENA Conselheiro Mairink Sebastião Manoel Ribeiro
15 DO BALOCOBACO Maringa Paulo Schoffen
16 MENESTÉRIS Ponta Grossa Claudio Chaves
SXTAS FEIRA
AP Música Cidade Autor
1 MALABARES COM FARINHA Rio de Janeiro Sandro Dorneles
2 ESPECTADOR Belo Horizonte Ricardo Novais
3 ARPOADOR Jacarezinho Vinicius Reccanello
4 CENTRAL Santo Antonio da Platina Antanio Altvater
5 A 7 PALMOS DO CHÃO Jacarezinho Lucas Irlan de Almeida Silva
6 DONOS DO MUNDO Guarulhos Eduardo Marengoni
7 GAROTA VEM ME AMAR Assaí Ediney Silva dos Santos
8 RETRATO DO BEIJO QUANDO MORTO São Paulo Reynaldo Bessa
9 BEM MAIS QUE TUDO Conselheiro Mairink Magali Silveira
10 NOS VERSOS DE UMA CANÇÃO Americana Sandro Livahck
11 A DAMA E O VAGABUNDO Marilia Tiago de Souza cachoni
12 UMA MAIOR ABANDONADA Londrina Arthur Santana
13 EU OU VOCÊS Capanema Diego Jungers
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